Arctic Monkeys de perto. Idolatria exagerada e sincera que pula e que exagera e que grita, mas sincera. Último nível da intangível essência vocal, desprendendo do chão nossa impotência de não poder voar e deixar ecoar a voz numa tsunami sonora, uma coisa só. Energia palpável. As melodias que até então só sonhava distantemente ouvir de outra forma, a não ser nos velhos aparelhos mp3. Utopia vivida num abraço desesperado mas calmo, ao som daquilo que é mais íntimo desse amor, ignorando sentidos, tal amor imenso que no grito e no sorriso, se rende ao momento mais puro que já existiu. De essências despejadas, os dois sucumbem a quintessência delas. And a smile.
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